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Déjà Vu: EUA afirmam estar perdendo a ´guerra de informações` para os russos RT e Sputnik

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O tema do combate aos meios de comunicação russos em idiomas estrangeiros foi abordado nas audiências do Senado dos EUA que tratam da reforma da radiodifusão norte-americana no exterior nesta terça-feira (17).

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Em meio a instabilidade geopolítica atual, "as agências de propaganda estatais assumiram a função que Peter Pomerantsev, do Instituto Legatum, chamou de “armamento de informações”, tornando-se assim uma faceta central do conflito internacional”, disse Kenneth R. Weinstein, um membro do Broadcasting Board of Governors (agência federal norte-americana, encarregada de supervisionar todas as transmissões de rádio não militares do governo), durante seu depoimento perante a comissão.

"Meios de propaganda do estatal bem financiados, disfarçados de meios de comunicação imparciais, incluem os russos RT, Sputnik, Ruptly, Rossiya Segodnya, e outras plataformas secundárias, que de acordo com estimativas do Departamento de Estado gasta cerca de $ 1,4 bilhões por ano em propaganda", afirmou.

Segundo ele, a atual rede de informação e propaganda dos EUA é incapaz de dar uma resposta adequada aos desafios que mudaram significativamente desde a época da Guerra Fria. Ele acrescentou que, desde o início da crise ucraniana em 2014, a radiodifusão russa superou os EUA nos esforços na arena global.

Weinstein também propôs uma lista de mudanças que precisariam ser feitas para edificar a estratégia de difusão no exterior dos EUA, de modo a responder ao sucesso da Rússia, incluindo a ampliação de programação para impactar públicos estratégicos e aumentar a cobertura de eventos relacionados à Rússia.

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Outros participantes das audiências também advertiram que estão perdendo a guerra de informações contra a Rússia e ressaltaram a necessidade de ampliar a cobertura dos eventos relacionados à Rússia para o público estratégico.

Durante as audições realizadas no início de novembro, o Comitê de Relações Exteriores do Senado discutiu pela luta contra a "ameaça informacional russa", inclusive contra a rede RT.

Em 2014, o secretário de Estado dos EUA, John Kerry, acusou RT de divulgar as "fantasias do presidente Putin" sobre o que estava acontecendo na Ucrânia. Mais cedo, em 2011, a então Secretária de Estado, Hillary Clinton, pediu ao Congresso para aumentar o orçamento dos Estados Unidos para a radiodifusão no exterior, dizendo que Washington estava perdendo a guerra global de informação para redes como RT.

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