Mídia: estratégia de Obama contra Estado Islâmico mais parece um plano de derrota

© AP Photo / Gerald HerbertBarack Obama, presidente dos Estados Unidos (EUA)
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O presidente dos EUA Barack Obama continua mantendo uma política errada para combater o Estado Islâmico, acredita o jornalista Donald Lambro em artigo publicado pelo jornal The Washington Times.

Ele lembrou que durante a sua segunda campanha presidencial, em 2012, Obama declarou diversas vezes que as forças da organização terrorista Al-Qaeda haviam sido totalmente destruídas.

"No entanto, os eventos dos últimos dias mostraram novamente aquilo o que nós já sabíamos há muito tempo. Al-Qaeda se transformou em grupos terroristas ainda maiores, que se tornaram mais fortes e perigoso" – diz o observador.

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Na sua opinião, o presidente norte-americano subestimou a ameaça representada pelo Estado Islâmico e, possivelmente, se opôs por muito tempo a tomar quaisquer ações contra seus elementos.

No entanto, segundo Lambro, ao se apresentar às margens da reunião de cúpula do G20, logo após a tragédia de Paris, Barack Obama, que foi bombardeado por perguntas e críticas de jornalistas, se recusou a rever a sua estratégia na luta contra o EI, e continuou insistindo num apolítica de espera.

O líder dos EUA é acusado não apenas de ter uma reação demasiado lenta e que se revelou equivocada desde o começo, mas também pelo fato de ele não ter considerado o EI como uma ameaça séria.

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E publicação cita igualmente a opinião de Eliot Cohen, professor de pesquisas estratégicas da Escola de Altos Estudos Estratégicos da Universidade Johns Hopkins, que tem dúvidas quando aos EUA possuírem um plano abrangente para a destruição do EI num futuro próximo.

Nas palavras do especialista, fica óbvio que atualmente o perigo representado pela ameaça terrorista é maior do que nunca, apesar de todas as declarações otimistas dadas por Obama em 2012.

"Além do fato de a contenção ser um erro crasso, ela não representa uma estratégia militar para preservar a nossa liberdade. É um plano de capitulação e derrota" – acredita o jornalista do The Washington Times.

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