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ACNUR nega que operações russas na Síria tenham piorado crise dos refugiados

© Sputnik / Andrey Stenin / Abrir o banco de imagensPessoas descarregando avião russo EMERCOM com ajuda humanitária que chegou ao aeroporto de Latakis na Síria
Pessoas descarregando avião russo EMERCOM com ajuda humanitária que chegou ao aeroporto de Latakis na Síria - Sputnik Brasil
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A porta-voz do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados, Melissa Fleming, negou nesta terça-feira (17) as recentes notícias de que os ataques da Rússia contra o Estado Islâmico na Síria estejam piorando a crise dos refugiados.

“Há algum deslocamento interno. Mas não temos quaisquer indicações de pessoas fugindo diretamente sobre as fronteiras como resultado dos bombardeios”, afirmou Fleming, salientando a dificuldade de nomear a causa exata do deslocamento.

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Ela afirmou que, há duas semanas, eram 30 mil os deslocados internos sírios e destacou que os números atualizados ainda não foram disponibilizados. Fleming acrescentou que não existem indícios de que um maior número de refugiados deixou a Síria na sequência da campanha aérea antiterror da Rússia lançada em 30 de setembro.

Aviões de guerra russos começaram a realizar ataques contra Estado Islâmico e outros grupos terroristas na Síria a pedido do presidente do país, Bashar Assad, Desde o início da campanha, as Forças Aeroespaciais da Rússia fizeram cerca de 1.800 investidas, destruindo aproximadamente 2.700 alvos, de acordo com o Estado-Maior. Várias centenas de militantes foram mortos e dezenas de centros de comando e depósitos destruídos.

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