EUA começam a preparar opinião pública para operação no terreno contra Estado Islâmico

CC BY 2.0 / The U.S. Army / Equipment checkPentágono envia militares das Forças Especiais para combater o Estado Islâmico na Síria
Pentágono envia militares das Forças Especiais para combater o Estado Islâmico na Síria - Sputnik Brasil
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As forças aéreas podem fazer muito, mas não ocupar territórios e governá-los, declarou Deborah Lee James, secretária da Força Aérea dos EUA, aos jornalistas.

Segundo Lee James, citada pelo site Defense News, a operação aérea contra o grupo terrorista Estado Islâmico levou a um certo progresso, mas é insuficiente.

"As forças aéreas são muito importantes, podem fazer muito, mas não tudo. No fim das contas, elas não podem ocupar o território e, o que é muito importante, não o podem governar", disse a secretária.

Os EUA lideram a coalizão internacional que realiza ataques aéreos no Iraque e Síria. Embora  não existam números oficiais de mortes entre combatentes do Estado Islâmico, é bem conhecido o número significativo de mortos entre civis.

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Os êxitos da operação parecem sombrios e, recentemente, o presidente norte-americano Barack Obama decidiu enviar um grupo especial de 50 militares para Síria com o intuito de realizar, no local, treinamentos que supostamente visam destruir o grupo terrorista Estado Islâmico.

O chefe do Pentágono Ashton Carter já tinha feito a proposta de enviar ainda mais militares à Síria.

Enquanto isso, a Rússia, a pedido do presidente sírio Bashar Assad, realiza a sua operação aérea, que já deu resultados significativos: os combatentes terroristas já começaram recuando, perdendo os armamentos e material bélico na linha de frente, segundo o Estado-Maior General russo, e as forças sírias com o apoio russo avançam, libertando locais  estratégicos do cerco terrorista.

Moscou já tem repetidamente declarado que não pretende enviar tropas à Síria, argumentando a posição pelo fato que o respetivo pedido nunca ter sido feito pelas autoridades sírias.

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