Especulações sobre fatores externos que teriam causado queda do avião 'não têm fundamento'

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O chefe da Agência Federal dos Transportes da Rússia (Rosaviatsia), Aleksandr Neradko, afirmou nesta segunda-feira (2) que a hipótese de haver "fatores externos" que teriam causado a catástrofe aérea na península do Sinai não se apoia em fatos reais.

Nesta segunda de manhã, representantes da companhia aérea Kogalymavia afirmaram, em uma entrevista coletiva, que podia ter havido fatores externos que causaram o acidente.

No sábado, um Airbus A321 pertencente à Kogalymavia caiu no Sinai com 224 pessoas a bordo. Em cerca de cinco minutos, a aeronave perdeu quase toda a altitude. Não houve sobreviventes.

O chefe da Rosaviatsia afirmou ainda que é cedo para tirar conclusões sobre a causa do acidente.

"É completamente prematuro falar sobre as causas, já que não há dados concretos. E eu gostaria de apelar à comunidade aeronáutica a evitar todo tipo de conclusões prematuras", disse Neradko, citado pelo canal televisivo Rossiya 24.

Durante a coletiva da Kogalymavia, representantes da empresa não descartaram a versão de um eventual atentado terrorista. "Nenhuma versão pode ser descartada", disseram.

No entanto, uma fonte citada pela agência russa RIA Novosti acaba de informar que as partes da fuselagem do A321 caído já analisadas não mostram sinais de nenhum tipo de substância explosiva.

217 turistas russos — 25 deles crianças — e sete membros da tripulação do A321 morreram no acidente, ocorrido no sábado, 31 de outubro. Os turistas voltavam da cidade balneária egípcia de Sharm el-Sheikh para São Petersburgo, na Rússia.

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