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Mais tropas, mais luzes – Letônia quer montar 'palco de exibição' da OTAN para a Rússia

© AFP 2021 / LMARS ZNOTINSFuncionários da Letônia durante cerimônia de hasteamento da bandeira da OTAN em frente ao Castelo da Presidência em Riga
Funcionários da Letônia durante cerimônia de hasteamento da bandeira da OTAN em frente ao Castelo da Presidência em Riga - Sputnik Brasil
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O ministro das Relações Exteriores da Letônia, Edgars Rinkevics, disse que a OTAN deve reforçar suas forças terrestres no país e expandir as suas atividades de treinamento militar na região do Báltico para afastar a hipótese de uma "agressão" por parte da Rússia.

"A OTAN deve aumentar suas forças terrestres e realizar mais exercícios na região do Báltico [para se defender contra uma possível agressão por parte da Rússia]”, disse Rinkevics esta semana, citado pelo portal de notícias Delfi nesta quinta-feira (1º).

"Precisamos de mais soldados, mais exercícios e maior visibilidade. O que nós também precisamos agora é tornar claro para todos que a OTAN permanecerá o tempo que for preciso e fará tudo o que precisa ser feito", acrescentou o ministro.

Militares georgianos participam dos exercícios conjuntos da OTAN - Sputnik Brasil
Geórgia se une às forças de reação rápida da OTAN
Em outubro e novembro a Letônia sedia o Arrcade Fusion 2015, um exercício militar organizado pelo comando do Allied Rapid Reaction Corps (ARRC) da OTAN – corpo de reação rápida da Aliança, segundo confirmou o Ministério da Defesa letão no último dia 29 de setembro.

O exercício militar, que tem sido realizado anualmente desde a formação do ARRC no início de 1990, irá testar a capacidade do comando de controlar formações de tropas no contexto de uma crise humanitária ou de segurança.

Helicópteros da Força Aérea russa durante os exercícios estratégicos Centro-2015 na região de Orenburgo - Sputnik Brasil
Exercícios militares Centro-2015 mostram prontidão das tropas russas
A OTAN vem reforçando sua presença militar na Europa Oriental desde a eclosão do conflito no sudeste da Ucrânia, em abril de 2014, alegando a necessidade de se contrapor a uma suposta “ameaça russa”.

Moscou, por sua vez, tem negado repetidamente as acusações de envolvimento no conflito interno ucraniano. Por outro lado, a chancelaria russa também ressalta que a expansão militar da OTAN em direção às fronteiras ocidentais da Rússia representa uma ameaça real para a segurança global e regional.

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