Piadas de nazis finlandeses: Seres humanos e animais são separados pelo mar Mediterrâneo

© flickr.com / Lauri Rantala“Europe (and Finland) receives more third-world immigrants than it can integrate. On the other hand, the policy of multiculturalism which focuses on preserving "otherness" and cultural differences, does not contribute to successful integration,” Jussi Halla-aho said.
“Europe (and Finland) receives more third-world immigrants than it can integrate. On the other hand, the policy of multiculturalism which focuses on preserving otherness and cultural differences, does not contribute to successful integration,” Jussi Halla-aho said. - Sputnik Brasil
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Em 13 de agosto a polícia finlandesa finalmente retirou um cartaz com a inscrição “O que separa os seres humanos e os animais? O mar Mediterrâneo”, que era instalado perto do caminho entre as cidades de Nokia e Ylöjärvi.

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Desde a primeira denúncia feita por residentes locais descontentes até o momento da retirada do cartaz já percorreram três dias. Anteriormente a polícia dizia que não pode remover o cartaz porque fica longe da rodovia e portanto não cria obstáculos para o trânsito.

A organização neonazista Resistência Finlandesa (Suomen vastarintaliikke, em finlandês) reconheceu que tinha instalado a cartaz e chamou a sua ação de “piada do mês”. No seu site oficial os neonazistas manifestaram que tais cartazes apareceram em muitas vias nos arredores de Tampere. A Resistência Finlandesa também sublinha de maneira irónica que não dá resposta para a pergunta de que lado do Mediterrâneo vivem os animais e de que lado – as pessoas. 

Após um requerimento do inspetor principal da Polícia Central da Finlândia Ilkka Laasanen, o cartaz foi desmontado porque provocou indignação de cidadãos.   

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Neste momento a Polícia Central investiga se esta declaração no cartaz é incitação a tensão interétnica. Se não for o caso, a polícia terá de devolver o cartaz ao seu lugar, disse hoje a emissora Yle. Mas neste caso a administração de Tampere promete retirá-lo por sua própria conta.

Vale lembrar que em 1 de agosto os ativistas da Resistência Finlandesa provocaram tumultos na cidade de Jyväskylä. 30 participantes foram detidos pela polícia. Naquela altura o premiê Juha Sipilä manifestou que uma organização que usa violência na sua atividade, não tem direito para existir.

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