Maduro: pressão política não vai apagar do mapa países do Mercosul

© AFP 2022 / WENDERSON ARAUJO Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, em sua chegada à Cúpula do Mercosul no Palácio do Itamaraty, Brasília, Brasil
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O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, disse na tarde desta sexta-feira, na Cúpula do Mercosul, em Brasília, que "nenhuma pressão política vai nos apagar do mapa." Maduro disse ainda que o bloco é "uma realidade democrática, um projeto democrático e inclusivo".

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O líder venezuelano aproveitou a oportunidade para agradecer ao apoio econômico que seu país vem recebendo dos integrantes do bloco.

"Quero agradecer o apoio no comércio, investimento e no crédito", ressaltou. Maduro fez questão de lembrar que ainda existem questões pendentes e que as discussões devem continuar nas próximas reuniões do Mercosul. Os presidentes devem se reunir novamente no fim do próximo mês. O venezuelano ressaltou que os investimentos devem continuar avançando entre o bloco.

O presidente do Paraguai, Horacio Cartes, também reconheceu o desenvolvimento do Mercosul, mas ressaltou que ainda há "um longo caminho a ser perseguido". Segundo o dirigente paraguaio, "o papel econômico do bloco é um meio para acelerar o crescimento das economias e deve ser enfatizado." Cartes assumiu a presidência do bloco representando seu país.

O novo dirigente do Mercosul sugeriu que sejam retomadas as discussões sobre construção comunitária e temas como a livre circulação de bens e serviços entre o bloco, além do fim às restrições alfandegárias. Cartes ponderou também que o acordo com a União Europeia deve ser uma "questão prioritária."

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