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Casa Branca: sanções antirrussas continuarão apesar de consequências à economia da UE

© AP Photo / Jacquelyn MartinJosh Earnest, porta-voz da Casa Branca
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O porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest, disse que as sanções impostas por países do Ocidente continuarão valendo apesar das consequências sofridas pelas economias europeias.

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As sanções impostas por países do Ocidente continuarão valendo apesar das consequências sofridas pelas economias europeias, disse o porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest, neste domingo.

“Reconhecemos que muitos dos países com os quais contamos para continuar a impor essas sanções são países que o fazem sacrificando suas próprias economias”, disse Earnest aos jornalistas.

O secretário de imprensa de Barack Obama enfatizou que é um “sinal muito importante” enviado pelos países membros da União Europeia apesar dos custos às suas economias, que são, segundo Earnest, “mais integradas à da Rússia do que a dos Estados Unidos.”

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Itália, Polônia e Grécia estão entre os integrantes da UE que sofreram perdas econômicas no último ano por causa das medidas tomadas contra a economia russa.

Após um encontro particular de meia hora com a chanceler alemã, Angela Merkel, horas antes, Obama enfatizou a união entre os líderes G7 na manutenção das sanções contra a “agressão russa na Ucrânia.”

“Deixamos claro que começaríamos a aliviar as sanções de a Rússia começasse a cumprir os compromissos feitos em Minsk”, completou Earnest.

Os recentes combates no sudeste da Ucrânia dominaram a cúpula do G7 que começou neste domingo, na Alemanha. Líderes do Ocidente seguidamente ressaltaram que o prolongamento das sanções antirrussas estava diretamente ligado ao cumprimento dos Acordos de Minsk sobre a paz na região de Donbass.

Partes das sanções da UE contra a Rússia vão expirar em 31 de julho, e o bloco deve debater o tema em uma cúpula marcada para os dias 25 e 26 de junho.

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