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Governo turco recusa acusações sobre Genocídio Armênio

© AFP 2021 / ADALBERTO ROQUEPresidente da Turquia Recep Tayyip Erdogan
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A Turquia não reconhece as acusações sobre o Genocídio Armênio, segundo reiterou o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, nesta quarta-feira (15). Segundo ele, o país não deve defender-se contra tais acusações, na medida em que elas “não fazem sentido”.

"Por que a nossa nação deveria se defender? Nosso país é o lar de cerca de 100 mil armênios, e meu país não está tomando qualquer ação contra eles”, disse o líder turco.

O Parlamento Europeu pretende discutir hoje uma resolução sobre os eventos de 1915 no Império Otomano. "Seja qual for a decisão anunciada pelo Parlamento Europeu, vamos ignorá-la. Porque a Turquia não pode aceitar essas acusações", disse Erdogan.

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No domingo, 12 de abril, em uma missa solene em memória das vítimas do genocídio na Basílica de São Pedro, com a participação de fiéis armênios, incluindo o presidente da Armênia, Serzh Sargsyan, o Papa Francisco disse que "o Genocídio Armênio é o primeiro genocídio do século XX". Após as palavras do pontífice, o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Turquia convocou o embaixador do Vaticano em Ancara para dar explicações e chamou seu embaixador no Vaticano para consultas.

Em 24 de abril, a Armênia vai sediar uma série de eventos dedicados ao 100º aniversário do Genocídio Armênio no Império Otomano, no qual mais de 1,5 milhão de pessoas foram mortas. Os armênios reconhecem o dia 24 abril de 1915 como o início dos assassinatos em massa, os quais há muito tempo são considerados por eles como genocídio. 

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No entanto, os turcos se recusam a aceitar tal responsabilidade e insistem em afirmar que o número de mortos foi inflado e que os armênios foram mortos simplesmente no curso dos combates da Primeira Guerra Mundial.

De acordo com a BBC, "o foco atual do Papa Francisco sobre a Armênia, primeiro país a adotar o cristianismo como religião do Estado, antes mesmo da conversão do imperador romano Constantino, serve como mais um lembrete das raízes amplamente difundidas da Igreja Católica no Leste da Europa e no Oriente Médio”.

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