Obama se encontrará com o presidente do Conselho Europeu

© AP Photo / Charles DharapakWhite House says Obama told Putin "the costs for Russia will rise" if Russia continues aggressive action in Ukraine.
White House says Obama told Putin the costs for Russia will rise if Russia continues aggressive action in Ukraine. - Sputnik Brasil
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O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, se reunirá no mês que vem com o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, para falar sobre questões envolvendo a Rússia e a crise ucraniana, entre outras coisas, informou hoje o porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest.

Segundo o comunicado emitido por Earnest, o encontro entre as duas autoridades deverá acontecer no próximo dia 9, na própria sede do governo norte-americano. “Eles discutirão diversos assuntos, incluindo a situação na Ucrânia, a Rússia, o crescimento econômico, o acordo de Parceria Transatlântica de Comércio e Investimento, a segurança energética, o clima e o combate ao extremismo violento e ao terrorismo”, diz a nota.  

Nesta sexta-feira, Donald Tusk está realizando uma reunião com líderes da União Europeia para definir os próximos passos do bloco em resposta às violações do cessar-fogo no Leste da Ucrânia, apesar da relativa melhora no cenário geral dos conflitos, principalmente após o cumprimento, pelos rebeldes de Donbass, de boa parte dos itens acordados em Minsk há duas semanas.  

Sobre esse assunto, o líder da autoproclamada República Popular de Donetsk, Aleksandr Zakharchenko, disse hoje que só iria informar o local exato onde o seu exército está colocando as armas pesadas retiradas da linha de contato com as tropas de Kiev depois que as forças do governo ucraniano fizessem o mesmo. No entanto, as Forças Armadas da Ucrânia já disseram que não fornecerão esse tipo de informação. 

Até o momento, os separatistas das regiões de Donetsk e Lugansk já retiraram, respectivamente, mais de 90% e mais de 70% de suas armas pesadas da linha de frente, tendo iniciado suas operações de retirada há vários dias, sob controle da missão da Organização para a Segurança e Cooperação da Europa (OSCE) e com a presença de jornalistas. Por outro lado, embora Kiev tenha anunciado ontem o início de sua retirada, o governo de Lugansk denunciou hoje que os militares ucranianos continuam reforçando suas posições no oeste da região. 


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