17:26 13 Maio 2021
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    Publicação anual da Federação Internacional dos Jornalistas disse também que 235 estão atualmente na prisão. Pelo quarta vez em cinco anos, México é o líder da estatística com 13 assassinatos.

    Quarenta e dois jornalistas e trabalhadores da mídia foram mortos enquanto faziam seu trabalho este ano, de acordo com a publicação anual da Federação Internacional de Jornalistas (IFJ), informou a agência AP.

    Pelo menos 235 estão atualmente na prisão em casos relacionados ao seu trabalho.

    O número de mortes se mantém praticamente do mesmo nível de quando o sindicato global de jornalistas iniciou sua sombria contagem anual de mortes há 30 anos e faz parte de uma tendência recente de queda.

    O comunicado também coincide com uma conferência on-line sobre liberdade de imprensa organizada pelo governo holandês e pela agência cultural das Nações Unidas, a UNESCO, que começou na quarta-feira (9).

    "A diminuição dos assassinatos de jornalistas nos últimos anos não pode disfarçar o perigo mortal e as ameaças que os jornalistas continuam a enfrentar por fazer seu trabalho", disse o secretário-geral da IFJ, Anthony Bellanger.

    Nas três décadas em que o IFJ tem mantido a contagem, 2.658 jornalistas foram mortos.

    "Estas não são apenas estatísticas. Eles são nossos amigos e colegas que dedicaram suas vidas e pagaram o preço final por seu trabalho como jornalistas", disse Bellanger. "Não nos lembramos apenas deles, mas perseguiremos cada caso, pressionando os governos e as autoridades responsáveis pela aplicação da lei a levar seus assassinos à Justiça".

    Pela quarta vez em cinco anos, o México encabeçou a lista de países de jornalistas assassinados em 2020 com 13 casos, seguido pelo Paquistão com cinco. Afeganistão, Índia, Iraque e Nigéria registraram três mortes cada um.

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    Tags:
    UNESCO, jornalismo, imprensa, imprensa internacional, liberdade de imprensa
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