23:58 23 Julho 2021
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    Pandemia de COVID-19 no mundo no início de dezembro (93)
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    Apesar de os dados serem os mesmos que haviam sido anunciados – eficácia média de 70,4%, podendo chegar a 90% – a publicação garante maior solidez à pesquisa.

    A vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e pela farmacêutica AstraZeneca se tornou a primeira a ter resultados preliminares publicados em uma revista científica.

    A publicação foi feita nesta terça-feira (8), pela revista britânica The Lancet, uma das mais importantes revistas acadêmicas do mundo.

    Os dados são os mesmos que haviam sido anunciados anteriormente: a eficácia média da vacina é de 70%, podendo chegar a até 90%.

    A publicação em uma revista científica garante mais solidez aos dados, já que, para a publicação, todo estudo precisa ser revisado por outros cientistas.

    De acordo com a AFP, o presidente-executivo da AstraZeneca, Pascal Soriot, disse que a farmacêutica começou a enviar dados às autoridades regulatórias de todo o mundo para obter aprovação para a aplicação da vacina.

    "Nossas cadeias de suprimentos globais estão funcionando, prontas para começar rapidamente a entregar centenas de milhões de doses", disse Soriot.
    Logo da companhia farmacêutica britânica AstraZeneca (arquivo)
    © REUTERS / Stefan Wermuth
    Logo da companhia farmacêutica britânica AstraZeneca (arquivo)

    No Brasil, o governo federal já sinalizou a preferência em contar com a vacina da AstraZeneca para a imunização da população brasileira, já que esta vacina requer temperaturas de 2 °C a 8 °C para ser armazenada, o que pode ser feito em refrigeradores comuns.

    Nesta segunda-feira (7), o Ministério da Saúde anunciou o repasse de R$ 59,4 milhões para que os estados invistam no resfriamento para armazenar as vacinas.

    A pasta prevê o início da vacinação do Brasil para março, e o plano é dividido em quatro fases, a começar por idosos e profissionais da saúde. O vice-presidente Hamilton Mourão afirmou que há a expectativa de que cerca de 150 milhões de brasileiros sejam vacinados contra a COVID-19 em todo o país até o fim de 2021.

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    Pandemia de COVID-19 no mundo no início de dezembro (93)

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    Tags:
    Universidade de Oxford, pandemia, novo coronavírus, COVID-19, vacina
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