03:34 30 Maio 2020
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    Situação em torno da pandemia de COVID-19 no fim de abril (140)
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    O pior momento para uma companhia aérea é quando sua frota permanece paralisada em um aeroporto, já que em solo, as aeronaves não geram benefícios, mas continuam gerando gastos.

    As impactantes imagens registradas pelas agências internacionais mostram os prejuízos causados pela expansão do coronavírus.

    O diretor da companhia aérea Air France-KLM, Benjamin Smith, afirmou em uma entrevista ao jornal francês Les Echos que os efeitos da pandemia sobre a companhia poderiam durar no mínimo até 2021.

    • Aviões de diversas companhias aéreas paralisados pelo coronavírus próximo do Aeroporto Logístico da Califórnia do Sul
      Aviões de diversas companhias aéreas paralisados pelo coronavírus próximo do Aeroporto Logístico da Califórnia do Sul
      © AFP 2020 / Mark Ralston
    • Aviões de diversas companhias aéreas paralisados pelo coronavírus próximo do Aeroporto Logístico da Califórnia do Sul
      Aviões de diversas companhias aéreas paralisados pelo coronavírus próximo do Aeroporto Logístico da Califórnia do Sul
      © AFP 2020 / Mark Ralston
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    © AFP 2020 / Mark Ralston
    Aviões de diversas companhias aéreas paralisados pelo coronavírus próximo do Aeroporto Logístico da Califórnia do Sul

    O vídeo, publicado pelo piloto Bryan Keith, foi gravado em um dos maiores pátios de aviões do mundo, próximo do Aeroporto Logístico da Califórnia do Sul.

    As cenas mostram como mais de 400 aeronaves pertencentes às companhias aéreas Southwest, Delta e FedEx permanecem paralisadas no solo. Todas essas aeronaves não podem voar devido à paralisação da atividade comercial.

    O impacto causado pelo coronavírus sobre a atividade econômica desta companhia aérea, considerada uma das maiores do mundo, foi grandioso. Em abril, a Air France operou aproximadamente 3% dos voos programados para esse período.

    Smith acredita que a companhia aérea voltará à normalidade "daqui a dois anos ou mais". Tudo dependerá da reabertura das fronteiras entre os países e de quanto tempo as pessoas "voltarão a usar os aviões" como meio de transporte, ressaltou.

    Além disso, o empresário destacou o importante papel que desempenharam os recursos financeiros, já que quase US$ 11 milhões (R$ 61 milhões) foram fornecidos ao grupo pelos governos da França e dos Países Baixos.

    "Graças a este apoio, temos meios necessários para superar o período mais difícil dos próximos meses, durante o qual nossa liquidez chegará a um nível crítico, e continuar operando entre 12 e 18 meses", ressaltou Smith.

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    Situação em torno da pandemia de COVID-19 no fim de abril (140)

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    eua, COVID-19, novo coronavírus, pandemia, aeroporto, aeronaves, avião, avião
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