20:07 25 Novembro 2020
Ouvir Rádio
    Sociedade
    URL curta
    Situação em torno da pandemia de COVID-19 no fim de abril (140)
    0 130
    Nos siga no

    Incomum e indesejável combinação de patogenia e propagação da forma assintomática do coronavírus apresenta-se como fator de maior desafio da pandemia, segundo cientista russo.

    Entre os vírus assintomáticos, cuja presença no organismo pode não apresentar sintomas, aparecem os coronavírus respiratórios, dos quais todas as pessoas adoecem, mas ninguém os percebem.

    Durante o programa de televisão "Noite de Domingo com Vladimir Solovyev", do canal Rossiya 1, o professor da Academia de Ciências da Rússia, Aleksandr Lukashev, afirmou que o ebola, diferentemente do coronavírus, é muito patogênico e rapidamente dá para saber quem morreu dele.

    "Até agora não sabemos quantas pessoas têm esse vírus [coronavírus] na forma assintomática [...] Mesmo assim, nós temos casos muito críticos e letais", apontou a "estranheza" do vírus o acadêmico.

    Desta forma, como o coronavírus irá atuar no corpo da pessoa que o contraiu é algo imprevisível, tendo em vista seus diferentes níveis de agressividade no organismo.

    Para Lukashev, o vírus consegue tanto não apresentar sintomas em algumas pessoas, como levar outras a um estado crítico "muito bem".

    Pandemia

    Ainda em março, a Organização Mundial da Saúde (OMS) havia declarado o surto de coronavírus no mundo como uma pandemia.

    Atualmente, mais de dois milhões de pessoas já foram infectadas, sendo que mais de 166 mil vieram a falecer.

    Tema:
    Situação em torno da pandemia de COVID-19 no fim de abril (140)

    Mais:

    Há testes de anticorpos que colocariam pessoas em risco de contrair COVID-19, diz cientista
    Rastros de coronavírus são detectados em sistema de água não potável de Paris
    Experimento com laser mostra em VÍDEO o quanto falar sem máscara poderia propagar o coronavírus
    Tags:
    cientistas, novo coronavírus, doença, sintomas, pandemia, COVID-19
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar na SputnikComentar no Facebook
    • Comentar