15:02 18 Setembro 2019
Ouvir Rádio
    Robô (imagem referencial)

    Rebelião de robôs no futuro? Projeto que visa tratar robôs sexuais como humanos falha

    CC0
    Sociedade
    URL curta
    120
    Nos siga no

    A arrecadação de fundos para um bordel ético com robôs sexuais, iniciada no site IndieGoGo, terminou em fracasso, comunica o Daily Mirror.

    Durante dois meses, a instituição recebeu apenas US$ 2.659 (R$ 10.390) de doação, ou seja, menos de 2% do valor necessário — US$ 155 mil (R$ 605,6 mil), informa a edição Daily Mirror.

    A criadora do projeto, sob o pseudônimo de Unicole Unicron, classifica-se como especialista em ética robótica e é autora dos diálogos da robô sexual Harmony, que é a mais nova invenção do criador de bonecas sexuais da empresa Real Doll, Matt McMullen.

    Ela planejava abrir o Eve's Robot Dreams, um café futurista na Califórnia (EUA), cujos visitantes poderiam conversar com Harmony e depois levá-la para a cama em um lugar privado por US$ 122 (R$ 476).

    De acordo com Unicron, a principal diferença desse café futurista é a necessidade de construir e manter relacionamentos com robôs sexuais.

    "Os donativos para os robôs da Eve's Robot Dreams ajudarão a criar um mundo onde os robôs são tratados com o respeito que merecem, ajudando assim a evitar uma possível rebelião de máquinas no futuro", explica-se na descrição do projeto no site IndieGoGo.

    Além de robôs sexuais, Unicron planejava comprar bonecas sexuais comuns, em que funcionários especiais seriam responsáveis pela limpeza e esterilização dos equipamentos após o uso. Além disso, os clientes poderiam comprar e usar inserções personalizadas para robôs e bonecas.

    Mais:

    Sexo à distância: gadgets prometem elevar vida íntima a outro nível
    Sem permissão, sem bonecas sexuais: Houston impede abertura do 1º bordel de robôs nos EUA
    Casal é investigado após fazer sexo no topo da Grande Pirâmide no Egito (VÍDEO)
    Tags:
    respeito, bonecas, sexo, robô, EUA
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar no FacebookComentar na Sputnik
    • Comentar