23:01 16 Setembro 2021
Ouvir Rádio
    Sociedade
    URL curta
    0 10
    Nos siga no

    O comando regional do extremo oriente do Emercom da Rússia informou que três orcas que estavam bloqueadas entre grandes blocos de gelo no Mar de Okhotsk, conseguiram salvar-se da ‘prisão gelada’, enquanto a última continua presa.

    Segundo comunicado divulgado pelo escritório regional do Ministério para Situações de Emergência da Rússia (Emercom) na manhã de terça (19), uma equipe de salvamento foi enviada para ajudar os animais a saírem no mar.

    “Graças aos esforços do grupo de salvamento, três orcas, inclusive um filhote, que sem ajuda não teria a mínima oportunidade de sobreviver, conseguiram livrar-se e saíram no mar. O barco da equipe levantou ondas, que dispersaram os blocos de gelo em redor dos animais. Porem, um animal continua ainda preso no gelo,” diz boletim.

    Os socorristas tentaram afastar o gelo para que a quarta baleia tivesse mais espaço para nadar. Mas, devido às condições desfavoráveis do tempo, o gelo recuperou o lugar.

    “Ficou claro que, apesar de todos esforços não teria como deslocar a orca para outro lugar mais perto da costa que tivesse menos gelo. Para aliviar o animal só conseguimos abrir um pouco mais espaço para que possa se movimentar. Fizemos tudo o possível.”

    De acordo com o salva-vidas que participou da operação, ‘a orca não se mostrou agressiva, possivelmente por estar cansada, ou talvez entendesse que viemos para ajudá-la.’

    Segundo os ictiólogos, citados por Emercom, o mamífero pode ficar sem comida durante três dias, desde que consiga respirar e com dois terços do corpo na água. Os socorristas criaram tais condições para que a orca possa sobreviver.

    Mais:

    Rússia assinará acordo com Brasil na área de resposta de emergência
    Rússia continuará entrega de ajuda humanitária em Donbass
    Fãs de selfie enfrentam ameaça de morte
    Tags:
    Rússia, Extremo Oriente Russo, Ministério para Situações de Emergência, baleias, orcas
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar na SputnikComentar no Facebook
    • Comentar