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    Brasil afronta COVID-19 no fim de abril de 2021 (62)
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    Apesar da decisão da Anvisa de não recomendar a importação excepcional da vacina Sputnik V, o governo russo disse que continuará o diálogo sobre o imunizante com o Brasil.

    Em declaração a jornalistas, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse nesta terça-feira (27):

    "Os contatos vão continuar. Se faltam alguns dados, eles serão entregues. Não deve haver dúvidas sobre isso."

    Ao mesmo tempo, a autoridade ressaltou que a "demanda [de vacinas] é muito grande no mundo e, por isso, todos os que estão envolvidos na [sua] produção estão sobrecarregados, e os que possuem contatos internacionais também trabalham de forma intensa para estabelecer a produção no exterior".

    As declarações do Kremlin surgem logo após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária do Brasil (Anvisa), decidir ontem (26) não recomentar a importação excepcional e temporária do imunizante russo. O órgão afirmou haver falta de dados sobre a vacina, em especial sobre o risco de doenças por falha na fabricação.

    Anteriormente, na página oficinal da vacina Sputnik V no Twitter, foi feita uma publicação que diz que o comportamento da agência brasileira tem um caráter político.

    A vacina já foi aprovada em 60 países de diferentes continentes, com uma população de três bilhões de pessoas. O imunizante é o segundo com maior número de aprovações no mundo.

    Dados da inoculação de 3,8 milhões de pessoas na Rússia mostram que a eficácia da Sputnik V é de 97,6%

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    Brasil afronta COVID-19 no fim de abril de 2021 (62)

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    Tags:
    pandemia, novo coronavírus, COVID-19, Anvisa, Sputnik V, vacinação, vacina
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