06:08 24 Maio 2019
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    Veículos blindados das Forças Armadas da Venezuela se aproximam dos manifestantes perto da base aérea La Carlota, em Caracas

    Rússia nega que tentou comprar gás lacrimogêneo em Malta para levar para Venezuela

    © REUTERS / Carlos Garcia Rawlins
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    O Ministério das Relações Exteriores da Rússia negou as informações divulgadas mês passado, de que os diplomatas russos tentaram comprar gás lacrimogêneo em Malta e depois transferi-lo para a Venezuela.

    "A missão diplomática russa em Valletta trabalha em estrita conformidade com a Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas, diplomatas russos não participam de nenhuma operação secreta", diz a declaração do Ministério das Relações Exteriores da Rússia.

    O ministério russo sublinhou que as autoridades maltesas não enviaram os seus comentários sobre o assunto à embaixada russa em Valletta.

    "A informação falsa disseminada pela mídia maltesa é um exemplo da falta de profissionalismo e um eco da histeria anti-russa, alimentá-la não corresponde aos interesses da amizade russo-maltesa", sublinhou o Ministério das Relações Exteriores da Rússia.

    A notícia foi inicialmente publicada em abril pelo site norte-americano BuzzFeed News, que informou, citando fontes anônimas no governo de Malta, que diplomatas russos tentaram comprar bombas de gás lacrimogêneo para carregá-las no navio russo anti-submarino Severomorsk, que supostamente estava indo para Venezuela.

    No dia 18 de abril — um dia depois de Malta ter rejeitado o pedido da Rússia de que sua aeronave militar da Síria voasse sobre o espaço aéreo malteso para a Venezuela — as autoridades russas teriam revogado o pedido para permitir que Severomorsk atracasse em Malta, disse a autoridade. Portal americano em suas notícias, transmitido pela mídia maltesa.

    Tags:
    gás lacrimogêneo, Rússia, Venezuela
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