12:17 22 Junho 2018
Ouvir Rádio
    Destroços do Boeing-777 em Donetsk, no leste da Ucrânia

    Investigação sobre MH17 na Ucrânia é tendenciosa, diz chancelaria russa

    © Sputnik / Andrei Stenin
    Rússia
    URL curta
    671

    De acordo com o Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Moscou está pronta para contribuir para a investigação internacional sobre a derrubada do voo MH17 no leste da Ucrânia, em 2014.

    O Ministério das Relações Exteriores da Rússia destacou nesta quinta-feira (24) que "lamenta" a versão apresentada pelo Grupo de Investigação Conjunta de que o sistema que lançou o foguete contra o avião do voo MH17 "chegou ao território da Ucrânia a partir da Rússia e pertenceu à 53ª Brigada de Defesa Antiaérea das Forças Armadas Russas, implantada em Kursk".

    "Claro, nenhuma prova de qualquer tipo foi apresentada, apenas um vídeo muito chamativo, filmado com base em dados 'pré-fabricados' pelos videobloggers da agência Bellingcat, que anteriormente haviam sido acusados de manipular dados em apoio à versão da implicação russa na queda da aeronave ", disse o comunicado. 

    No início do dia, o chefe do Departamento de Investigações da Polícia Civil da Holanda, Wilbert Paulissen, afirmou que o grupo de investigação que examina as circunstâncias da queda do Boeing no leste da Ucrânia, estabeleceu que o sistema de defesa antiaérea Buk que, supostamente, derrubou o avião malaio, pertence à 53º Brigada de Defesa Antiaérea russa.

    O Boeing 777 malaio que ia de Amsterdã a Kuala Lumpur, sofreu o acidente em 17 de julho de 2014 na região de Donetsk no leste ucraniano. A bordo estavam 298 pessoas que morreram.

    Mais:

    Rússia apresenta provas de MH17 ter sido derrubado por mísseis ucranianos, diz Defesa
    Grupo de investigação: sistema de mísseis que derrubou MH17 pertencia às forças russas
    Rússia acusa lado holandês de protelar investigação da catástrofe de MH17
    Caso MH17: ‘Ucrânia é, ao mesmo temo, um dos suspeitos e membro do grupo de investigações
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar no FacebookComentar na Sputnik