13:12 16 Julho 2019
Ouvir Rádio
    O presidente da Rússia, Vladimir Putin, e o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu durante a reunião no Kremlin. 21 de abril, 2016

    Não se pode negar o Holocausto ou a contribuição da URSS contra os nazistas, diz Putin

    © Sputnik / Sergei Guneev
    Rússia
    URL curta
    961

    O presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse nesta segunda-feira que é necessário parar as tentativas de negar o Holocausto e menosprezar a contribuição decisiva da União Soviética para a vitória sobre o fascismo na Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

    "Hoje, o consentimento inter-religioso e inter-étnico é a base do nosso Estado. A rejeição do antissemitismo, quaisquer manifestações de xenofobia e discórdia étnica aproximam a Rússia e Israel", disse Putin.

    A fala do líder russo foi proferida em um evento dedicado ao Dia da Memória Internacional do Holocausto, que coincide com o aniversário da libertação completa da cidade de Leningrado (agora São Petersburgo) do bloqueio da Alemanha nazista.

    "Nós cooperamos de perto, inclusive em contrariar as tentativas de falsificar a história e rever o resultado da Segunda Guerra Mundial, negar o Holocausto e menosprezar a contribuição decisiva da União Soviética para a vitória sobre a Alemanha nazista. Essas tentativas devem ser decididamente interrompidas", ponderou.

    A declaração acontece às vésperas do encontro entre Putin e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, na qual os dois líderes discutirão as relações bilatérias e a situação na Síria.

    Mais:

    O que o presidente russo Vladimir Putin mais detesta em alguém?
    Partido coleta mais de 200 mil assinaturas de apoio à reeleição de Putin em um único dia
    Putin compara comunismo com fé cristã e mausoléu de Lenin com relíquias dos santos
    Tags:
    judeus, antissemitismo, xenofobia, Segunda Guerra Mundial, holocausto, Benjamin Netanyahu, Vladimir Putin, Alemanha, União Soviética, URSS, Israel, Rússia
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar no FacebookComentar na Sputnik
    • Comentar