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    A publicação britânica surpreendeu e trouxe na sua capa uma comparação com os czares russos, monarcas da era pré-soviética. Sob o título de "Nasce czar", a revista diz que poder de Putin é "maior do que nunca".

    A The Economist destaca a capacidade de Putin de fazer ressurgir a Rússia pós "o caos da União Soviética", mas diz que o presidente terminará o mandato em 2018 deixando um legado de "turbulência e revolta no seu rastro".

    "Putin não é o único autômato do mundo. O governo autoritário personalizado se espalhou por todo o mundo nos últimos 15 anos — muitas vezes, assim como com Putin, baseou-se na base frágil de uma democracia manipulada e ganhadora. É uma repreensão do triunfalismo liberal que se seguiu ao colapso da União Soviética. Líderes como Recep Tayyip Erdogan da Turquia, o falecido Hugo Chávez da Venezuela e até mesmo Narendra Modi, primeiro-ministro da Índia, se comportaram como se tivessem uma autoridade especial derivada diretamente da vontade popular. Na China, Xi Jinping formalizou esta semana o comando absoluto do Partido Comunista".

    ​O texto continua informando que Putin "evoca história imperial da Rússia, oferecendo uma imagem vívida de como o poder funciona e como ele pode dar errado".

    "Desde que se voltou contra os oligarcas em 2001, assumindo o controle da mídia e, depois, dos gigantes do petróleo e do gás, [Putin teve] todo o acesso ao poder e ao dinheiro passando por ele".

    O Kremlin ainda não comentou a publicação.

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    Tags:
    Partido Comunista, The Economist, Shaun Walker, Hugo Chávez, Narendra Modi, Recep Tayyip Erdogan, Xi Jinping, Vladimir Putin, União Soviética, Turquia, Índia, China, Rússia
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