16:44 23 Agosto 2019
Ouvir Rádio
    Presidente russo Vladimir Putin durante sessão plenária do Fórum Econômico Oriental, 7 de setembro

    Putin: 'Rivalidades entre Estados não podem levar a hostilidades e guerra'

    © Sputnik / Grigory Sysoev
    Rússia
    URL curta
    13191

    O presidente russo, Vladimir Putin, disse que é necessário evitar que a rivalidade entre estados não se transforme em hostilidades e guerra. Ele também comentou a posição da Rússia sobre o acordo climático em Paris.

    "Nós gastamos nossos recursos na rivalidade… e tal situação nem sempre resulta em um resultado positivo para todos, tanto para vencedores quanto para perdedores… Todo caso, é necessário lutar pela situação, quando essa rivalidade não se desenvolvam em hostilidades e muito menos em guerra. Devemos exercer os esforços máximos para fortalecer a outra linha, a linha de cooperação em busca de solução para desafios e problemas comuns. Se pudermos construir as relações de tal maneira, todos certamente se beneficiarão disso", disse Putin durante o 19º Festival Mundial de Jovens e Estudantes.

    Acordo de Paris

    Ele também confirmou novamente o compromisso de Moscou com o Acordo climático de Paris e expressou a esperança de que teria resultados positivos, apesar de "opiniões diferentes" sobre o acordo.

    "Não há muito tempo, as decisões relevantes para a prevenção da mudança climática em nosso planeta foram feitas em Paris. A Rússia apoia essas decisões e assumiu compromissos bastante difíceis para conter as emissões [de carbono]… e está planejando implementar esses acordos", disse Putin.

    "Espero que tenha certos resultados positivos, no entanto, existem diferentes opiniões sobre o assunto", afirmou o presidente.

    Entre os mais famosos céticos da mudança climática, o presidente dos EUA, Donald Trump, é conhecido por sua negação das mudanças climáticas. De acordo com as estimativas da Vox, ele fez observações céticas sobre aquecimento global pelo menos 115 vezes.

    Anteriormente, em março de 2017, o presidente dos EUA, Donald Trump, vinculava uma ordem executiva com o objetivo de anular as políticas de mudança climática do seu predecessor e reavivar a indústria do carvão.

    Em junho de 2017, Trump anunciou a retirada dos EUA do acordo climático de Paris, que prevê uma redução das emissões globais de carbono, bem como assistência financeira aos países mais afetados pela poluição. Anteriormente, a administração Obama prometeu reduzir as emissões atmosféricas prejudiciais em até 28% até 2025.

    Tags:
    Acordo de Paris, 19º Festival Mundial de Jovens e Estudantes, Vox, Donald Trump, Vladimir Putin, Estados Unidos, Moscou, Paris, Rússia
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar no FacebookComentar na Sputnik
    • Comentar