17:43 13 Agosto 2020
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    O cidadão do Cazaquistão Ilia Pianzin, condenado em 2013 na Rússia por tentativa de assassinato de Vladimir Putin, pediu clemência.

    Um grupo extremista composto por duas pessoas naturais da Chechênia (Adam Osmaev e Ruslan Madaev) e uma do Cazaquistão, Ilia Pianzin, tentaram organizar uma conspiração em um dos apartamentos de Odessa. O grupo foi identificado em janeiro de 2012, quando uma bomba de fabrico caseiro explodiu no edifício acidentalmente. Madaev morreu, Ilia Pianzin foi o primeiro a ser detido. Ele disse ao Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU) que ele e os seus cúmplices estavam preparando o explosivo para assassinar Vladimir Putin, que naquela altura era primeiro-ministro, e o chefe da República da Chechênia, Ramzan Kadyrov.

    Segundo Pianzin, ele não queria assassinar Putin e tomou parte da conspiração sem ter total consciência, influenciado pelos companheiros. Quando entendeu suas intenções, era muito tarde para voltar as costas.

    "O crime era contra o senhor e, por isso, decidi dirigir-me ao senhor pessoalmente. Eu tinha medo mas sei que o medo não podia justificar a minha participação neste crime estúpido e absolutamente injustificado", lê-se no pedido, publicado no jornal Kommersant.

    A esposa do condenado, Marina Pianzina, disse que o pedido foi apresentado à administração da colônia penal de Samara em maio, mas a verificação e a confirmação duraram 2 meses. Ela tentou contatar o presidente durante as Linhas Diretas duas vezes, mas não conseguiu.


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    Tags:
    condenado, tentativa de assassinato, terrorismo, Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU), Vladimir Putin, Odessa, Cazaquistão, Rússia
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