02:20 22 Novembro 2019
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    Nacionalistas ucranianos celebram o terceiro aniversário do início dos protestos do Maidan, que, através de violentos combates às forças governamentais, foram responsáveis pela mudança do poder na Ucrânia

    E se Crimeia tivesse continuado com Ucrânia? Líder da península pinta cenário apocalíptico

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    O chefe da Crimeia, Sergei Aksenov, enumerou as consequências que poderiam atingir a Crimeia caso a mesma tivesse permanecido com Ucrânia.

    "Observando os eventos que estão ocorrendo na Ucrânia, torna-se claro para nós o que deixamos para trás há três anos. Trata-se de um regime nazista sangrento, guerra civil, terror governamental, pobreza e destruição", declarou Aksenov no decurso da reunião cerimonial do terceiro aniversário do referendum que resultou na reintegração da península com a Rússia.

    Segundo o chefe da Crimeia, o Estado da Ucrânia não conseguirá resistir desta forma por muito tempo.

    "É uma formação temporária de transição que irá mudar através da pressão de fatores internos e externos. O povo ucraniano enviará o poder de Bandera (líder nacionalista ucraniano que chefiava a Organização dos Nacionalistas Ucranianos) para aterro da história. A histeria da russofobia não será capaz de resistir ao conceito governamental pragmático. Quanto mais rápido isso acontecer, melhor será para a Ucrânia", afirmou Aksenov.

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    Tags:
    Estado, povo, pobreza, destruição, nazismo, poder, península, reintegração, referendo, Stepan Bandera, Sergey Aksenov, Crimeia, Rússia, Ucrânia
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