00:48 26 Janeiro 2021
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    Falando sobre as acusações contra a Rússia feitas por defensores dos direitos humanos, o porta-voz do presidente russo Dmitry Peskov lamentou a existência de duplos padrões na ação dos ativistas.

    "A ação dos ativistas, que apelaram para que a Rússia seja excluída do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, seria mais persuasiva se estes fossem mais coerentes e também condenassem as ações dos terroristas na Síria", disse o porta-voz do presidente russo Dmitry Peskov.

    O jornal britânico The Independent comunicou há pouco que mais de 80 organizações apelaram a excluir a Rússia do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas por realizar operações militares na Síria.

    Os ativistas levantaram esta questão na véspera da votação sobre a composição do Conselho de Direitos Humanos. Os candidatos a representar a Europa do Leste serão a Rússia, a Hungria e a Croácia.

    "Falando a verdade, gostaríamos de ver estas organizações a se comportarem de modo mais ativo a respeito das atrocidades cometidas por combatentes radicais ao longo dos últimos anos na Síria", confessou Peskov ao falar do incidente.

    "Se estas organizações fossem coerentes e decididas ao analisar da mesma forma a atividade terrorista e os esforços daqueles que lutam contra os militantes, creio que a sua ação seria mais convincente e digna", adiantou o representante oficial do Kremlin.

    Ao responder se a Rússia está disposta a resolver todo este assunto de algum modo, Peskov sublinhou:

    "Já falei tudo o que pretendia".

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    Tags:
    direitos humanos, Guerra Civil Síria, Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, ONU, Kremlin, Dmitry Peskov, Inglaterra, Moscou
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