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29 Janeiro 2015, 16:21

FMI exige Ucrânia a elevar preços do gás em 600%

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A Suprema Rada (parlamento ucraniano) chamou a proposta de aumentar as tarifas de gás de tentativa de fazer os ucranianos pagar a dívida da Naftogaz.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) sugeriu às autoridades ucranianas aumentar em sete vezes (600%) as tarifas de gás para a população, declarou o vice-presidente da Comissão de Orçamento da Suprema Rada, Viktor Krivenko, na quinta-feira, 29 de janeiro.

Segundo ele, a questão dos aumentos tarifários agora é a questão-chave nas negociações entre o FMI e o governo da Ucrânia:

"Precisamos aumentar as tarifas não mais do que 25%, mas a proposta de aumento é de 600%", disse Krivenko durante a entrevista dos chefes de comissões parlamentares aos jornalistas em Kiev.

Ele observou que as reservas e produção de gás na Ucrânia são suficientes para satisfazer a demanda da população e que a rentabilidade da produção é positiva. Por isso ele opina que a proposta de aumentar as tarifas é uma tentativa de fazer os ucranianos pagar as dívidas da Naftogaz.

A Ucrânia sofre um défice de gás e carvão tanto para a produção de energia térmica, como de energia elétrica. O país economiza gás devido à redução das importações da Rússia. A falta de carvão se deve às operações bélicas no Donbass, onde se localiza a maioria das minas de carvão do país.

Ucrânia busca aumentar importações de gás da União Europeia

Após longas e inconclusivas conversações, a empresa russa Gazprom impôs, desde 16 de junho de 2014, o pré-pagamento pelo gás fornecido à Naftogaz. Após a Eslováquia em setembro ter iniciado uma reversão em larga escala de gás para a Ucrânia, a Gazprom começou a exportar para todos os países o mínimo volume de gás previsto pelos contratos.

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