13:13 04 Agosto 2021
Ouvir Rádio
    Oriente Médio e África
    URL curta
    2303
    Nos siga no

    Teerã rejeita ter usado milícias em ataques contra bases norte-americanas no Iraque, apontando também como falsas acusações semelhantes feitas no passado.

    Teerã refutou as acusações de Washington sobre seu suposto envolvimento em ataques às bases norte-americanas no Iraque e na Síria, disse Majid Takht-Ravanchi, representante permanente do Irã na ONU, citado pela agência iraniana IRNA.

    "A República Islâmica do Irã rejeita categoricamente" tais suposições, e as considera errôneas, indicou Takht-Ravanchi em sua mensagem a Nicolas de Rivière, presidente do Conselho de Segurança da ONU em julho de 2021, publicada no site do governo iraniano.

    O texto sublinha que as declarações sobre o suposto envolvimento iraniano nos ataques são "completamente infundadas", o mesmo acontecendo com acusações semelhantes feitas "em várias ocasiões no passado". Além disso, de acordo com Takht-Ravanchi, os ataques dos EUA contra alvos no Iraque e na Síria representam "uma violação flagrante do direito internacional".

    "O Irã condena veementemente tais ações ilegais, que violam a soberania dos dois países da região", comentou, acrescentando que Washington, ao culpar outros países da região, procura esconder suas próprias ações "irresponsáveis e desestabilizadoras".

    Washington comunicou na terça-feira (29) ao Conselho de Segurança da ONU que seus aviões de guerra bombardearam instalações na fronteira entre a Síria e o Iraque, supostamente utilizadas por milícias apoiadas pelo Irã, em resposta a uma série de ataques anteriores com drones daqueles grupos armados contra tropas e bases dos EUA no Iraque.

    Mais:

    Secretário-geral da ONU insta EUA a levantarem sanções contra Irã
    Analista da ONU apela à investigação do envolvimento do presidente eleito do Irã em crimes de 1988
    Tags:
    Irã, EUA, Conselho de Segurança, Conselho de Segurança da ONU, Majid Takht-Ravanchi, IRNA, Iraque, Síria
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar na SputnikComentar no Facebook
    • Comentar