08:43 20 Janeiro 2021
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    Conflito armado entre o governo da Etiópia e a Frente Popular para a Libertação de Tigré começou em novembro, após o governo atribuir às forças de Tigré o ataque ocorrido em uma base militar da região.

    A Frente Popular para a Libertação de Tigré (TPLF, na sigla em inglês) anunciou nesta terça-feira (24), que havia, de fato, "destruído completamente" a 21ª divisão mecanizada do exército etíope em um ataque à Raya-Wahirat. O ataque foi liderado por um ex-comandante dessa unidade. Porém, "a luta agora é pela TPLF", segundo afirmou o seu porta-voz, Getachew Reda, à TV Tigray, citado pela agência Reuters.

    No início do dia, Alsir Khaled, chefe da agência de refugiados do Sudão na cidade fronteiriça oriental de Kassala, disse que mais de 45 mil pessoas fugiram da Etiópia desde o início do conflito armado na região.

    No domingo (22), o primeiro-ministro da Etiópia, Abiy Ahmed, disse que os rebeldes da TPLF teriam três dias para "se render pacificamente", pedindo aos civis de Mekelle, capital da região de Tigré, que se solidarizassem com as forças governamentais.

    As forças etíopes já tomaram as cidades de Igada Hamus, Adigrat e Axum, bem como a cidade de Adwa.

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    Tags:
    Sudão, milícias, refugiados, conflito armado, Etiópia
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