05:28 23 Outubro 2020
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    O presidente libanês, Michel Aoun, não descartou a possibilidade de interferência externa na explosão que atingiu a capital Beirute, afirmando que os investigadores seguem analisando se um míssil ou uma bomba poderia ter sido utilizada no incidente.

    De acordo com a declaração emitida pelo gabinete de Aoun, a investigação da explosão foi dividida em três fases.

    "Primeiro, como o material explosivo entrou e foi armazenado [...] segundo, se a explosão foi resultado de negligência ou acidente [...] e terceiro, a possibilidade de ter ocorrido interferência externa", cita o comunicado.

    O presidente libanês acrescentou ter solicitado ao presidente francês, Emmanuel Macron, que fornecesse ao Líbano fotos aéreas para determinar se houve qualquer evidência de aeronaves ou mísseis.

    Ele também observou que se Paris não as obtiver, Beirute solicitará a outros países dispostos a ajudar.

    Uma grande explosão atingiu a capital do Líbano, Beirute, no dia 4 de agosto, resultando em centenas de mortos e milhares de feridos, além de causar grandes danos à cidade.

    Na sexta-feira (7), o número de mortos subiu para 154 e há aproximadamente cinco mil feridos, dos quais 120 estão em estado crítico.

    De acordo com as autoridades, a explosão foi causada pelo armazenamento incorreto de 2.750 toneladas de nitrato de amônio.

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    Tags:
    investigação, amônia, explosão, Beirute, Líbano
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