22:37 02 Junho 2020
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    O comandante da Guarda Revolucionária, major-general Hossein Salami, expressou suas mais profundas condolências, dizendo que nunca se sentiu tão envergonhado na vida como depois da tragédia do avião ucraniano, relata PressTV.

    Perante o Parlamento iraniano no domingo (12), Salami declarou que o Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica (IRGC) não tem outro propósito ou desejo senão o de ser "destruído em nome da segurança, bem-estar e paz do povo iraniano", citou a mídia.

    "Juro pela vida dos meus filhos [...] Eu desejaria estar dentro daquele avião e cair e arder junto com aqueles entes queridos em vez de testemunhar este trágico incidente", lamentou o major-general iraniano.

    No dia 8 de janeiro, o Boeing 737-800 operado pela Ukraine International Airlines caiu logo após a decolagem do Aeroporto Internacional Imam Khomeini em Teerã, com destino a Kiev, matando todas as 176 pessoas a bordo.

    Avião atingido por míssil

    Segundo as autoridades iranianas, o avião ucraniano civil, atingido por um míssil antiaéreo do Irã, voava próximo a um posto sensível da Guarda Revolucionária e acabou sendo confundido com uma possível ameaça. Teerã atribuiu o episódio a um "erro humano" e que seu Exército "derrubou involuntariamente" a aeronave.

    Pessoas observam os restos do avião ucraniano do voo PS752, que caiu perto do Aeroporto Internacional Imã Khomeini em Teerã, Irã
    © AFP 2020 /
    Pessoas observam os restos do avião ucraniano do voo PS752, que caiu perto do Aeroporto Internacional Imã Khomeini em Teerã, Irã

    De acordo com o IRGC, uma investigação interna e adequada teve de ser realizada antes das informações sobre o incidente serem divulgadas ao público.

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    Tags:
    Hossein Salami, Guarda Revolucionária do Irã, acidente aéreo, Boeing 737-800
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