17:56 23 Fevereiro 2020
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    No início de janeiro, o parlamento turco aprovou o apoio militar à Líbia e o presidente Recep Tayyip Erdogan anunciou que Ancara enviaria tropas ao país a pedido do governo com sede no oeste do país.

    O parlamento líbio, apoiado pelo Exército Nacional da Líbia (LNA), comandado por Khalifa Haftar, pediu apoio militar ao Egito em caso de interferência estrangeira no conflito no país, disse a presidente do legislativo, Aguila Saleh, neste domingo, após decisão da Turquia de interferir no conflito.

    "Peço que você tome uma posição ousada. Podemos ser forçados a pedir o envolvimento das forças armadas egípcias se enfrentarmos uma intervenção estrangeira em nosso país", disse Saleh ao vivo na televisão egípcia.

    Na quarta-feira, Erdogan e o presidente russo Vladimir Putin pediram um cessar-fogo abrangente na Líbia a partir da meia-noite de 12 de janeiro. Eles também instaram todas as partes em conflito a iniciar negociações.

    Os dois governos na Líbia celebraram um acordo de cessar-fogo que começou à meia-noite. No entanto, o Governo do Acordo Nacional acusou as Forças Armadas da Líbia de violarem o cessar-fogo nos distritos de Trípoli, em Salah ad-Din e Wadi ar-Rabiya.

    Após o assassinato de Muammar Gaddafi, em 2011, o país mergulhou em uma guerra civil brutal. Hoje a Líbia está dividida entre dois centros de poder: um parlamento eleito no leste do país e o Governo do Acordo Nacional, em Tripoli, apoiado pela ONU.

    Tags:
    guerra, Líbia, Egito
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