14:00 18 Janeiro 2020
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    Os militares estadunidenses deslocados na base aérea de Ain Al-Asad sabiam que um ataque iraniano estava iminente e, por isso, puderam se refugiar duas horas e meia antes de os mísseis terem atingido o complexo dos EUA.

    Um correspondente da CNN, membro de um grupo de jornalistas que acedeu à instalação, soube pelos oficiais que a maioria dos militares da base a tinha abandonado até às 23h00 locais de 7 de janeiro ou se tinha escondido em bunkers antes do primeiro dos quatro lançamentos de mísseis, ocorrido por volta da 1h30 de 8 de janeiro.

    No dia 8 de janeiro, o Exército do Irã bombardeou as bases usadas por militares estadunidenses no Iraque (Ain Al-Asad e Arbil) em resposta pela morte do general iraniano Qassem Soleimani, chefe da Força Quds do Irã, assassinado uma semana antes pelos EUA durante um ataque a Bagdá.

    Iranianos caminham durante marcha fúnebre do major-general Qassem Soleimani
    © REUTERS / Nazanin Tabatabaee / WANA NEWS AGENCY
    Iranianos caminham durante marcha fúnebre do major-general Qassem Soleimani

    Algumas horas depois de ter atacado as bases estadunidenses no Iraque, a defesa antiaérea do Irã derrubou um Boeing 737-800 da Ukraine International Airlines que acabava de decolar com 176 pessoas a bordo do aeroporto de Teerã, com destino a Kiev.

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    Tags:
    EUA, Irã, Iraque, bases militares, militares
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