13:42 22 Janeiro 2020
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    Na semana passada, o Irã declarou que continuaria reduzindo suas obrigações no âmbito do acordo nuclear e continuaria a enriquecer urânio com base nos requisitos técnicos de sua indústria nuclear.

    Durante uma reunião urgente dos países da OTAN, o secretário-geral do bloco, Jens Stoltenberg, declarou que todos os estados-membros concordaram que o Irã nunca deveria adquirir uma arma nuclear.

    "Em nossa reunião de hoje, os Aliados pediram contenção e redução da escalação do conflito. Um novo conflito não seria do interesse de ninguém, então o Irã deve se abster de mais violências e provocações", disse Stoltenberg.

    A declaração aconteceu horas depois do presidente dos EUA, Donald Trump, no Twitter, ter afirmado que o Irã nunca teria permissão para obter acesso a uma arma nuclear.

    A agenda da reunião da OTAN nesta segunda-feira se concentrou na situação no Iraque, após o assassinato de Qassem Soleimani, comandante do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica Iraniana (IRGC), em um ataque de drone dos EUA.

    Teerã respondeu ao assassinato de forma dura e prometeu se vingar do que considera ser um crime hediondo. Bagdá, por outro lado, condenou o ataque como uma violação da soberania iraquiana e seu parlamento votou pela expulsão de tropas estrangeiras do país.

    O presidente dos EUA, Donald Trump, por sua vez, ameaçou o Iraque com "sanções como nunca haviam visto antes", dizendo que as tropas americanas não sairão do país a menos que os EUA sejam recompensados ​​por sua "base aérea extraordinariamente cara" localizada no país.

    Tags:
    armas nucleares, OTAN, Donald Trump
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