01:41 23 Setembro 2020
Ouvir Rádio
    Oriente Médio e África
    URL curta
    4260
    Nos siga no

    As forças armadas da Suécia e da Dinamarca suspenderam suas missões de treinamento no Iraque após o assassinato do comandante da força de elite Quds, do Corpo da Guarda Revolucionária do Irã, Qassem Soleimani.

    O general iraniano foi morto na última sexta-feira, em Bagdá, em um ataque aéreo realizado pelos Estados Unidos, como forma de retaliação a supostas provocações que, segundo Washington, Teerã estaria promovendo no Oriente Médio. A ação levou a um aumento das tensões na região, gerando preocupações sobre uma possível escalada da violência. 

    ​"Sempre há um risco aumentado ao participar de um esforço. Nossa equipe é muito bem treinada, mas, no momento, pausamos as operações porque a segurança de nossa equipe é mais importante", explicou Kristina Swaan, porta-voz do Ministério da Defesa da Suécia, país que mantém 70 conselheiros militares no Iraque, onde atua, a convite das autoridades locais, desde agosto de 2015.

    Assim como a Suécia, a Dinamarca também decidiu suspender o treinamento das forças iraquianas em razão do aumento das tensões na região, conforme anunciou a Defesa dinamarquesa, citada neste sábado pela mídia local. 

    ​Mais cedo, a agência Reuters informou, citando uma carta de um oficial do Exército da Alemanha, que todas as operações de treinamento realizadas pelos EUA e seus aliados no Iraque seriam suspensas, por decisão do tenente-general norte-americano Pat White, que comanda a coalizão internacional responsável pela Operação Decisão Inerente (OIR, na sigla em inglês).

    Mais:

    Detalhes sobre ataque contra general iraniano são revelados por mídia americana
    EUA precisariam de milhões de soldados em guerra com Irã, segundo almirante britânico
    Saiba mais sobre drone dos EUA que teria matado Soleimani
    Tags:
    Guarda Revolucionária do Irã, Qassem Soleimani, Quds, Teerã, Washington, Alemanha, Bagdá, Irã, Iraque, Estados Unidos, EUA, Dinamarca, Suécia
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar na SputnikComentar no Facebook
    • Comentar