06:39 14 Agosto 2020
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    O Ministério da Tecnologia da Informação e Comunicações do Irã negou nesta quarta-feira que tenha recebido ordens para limitar o acesso à Internet em todo o país em 26 de dezembro, informou a agência de notícias iraniana ISNA.

    Quinta-feira marcará o 40º dia desde que começaram os protestos em todo o país contra o aumento dos preços da gasolina. Vários meios de comunicação ocidentais informaram que há uma chance de novas manifestações e cortes na Internet.

    Segundo a agência de notícias iraniana, o chefe do departamento de mídia do ministério da informação, Jamal Hadian, classificou as notícias de "falsas".

    A operadora de rede iraniana RighTel refutou relatos anteriores de que a Internet móvel já havia sido cortada em várias províncias.

    Teerã restringiu o acesso à Internet em 15 de novembro, um dia após o início dos violentos protestos, e justificou sua decisão como uma medida para garantir a segurança nacional em uma situação de crise.

    As autoridades enfatizaram na época que o acesso total à Internet seria restaurado assim que os protestos terminassem.

    Durante a semana e meia seguinte, o Irã proibiu sites e mecanismos de busca estrangeiros, mantendo o acesso a sites domésticos.

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    Tags:
    tecnologia, Internet, censura, gasolina, preço da gasolina, repressão, protestos, Isna, Irã
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