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    O Ministério da Defesa da França anunciou nesta segunda-feira (23) que realizou seu primeiro ataque com drones armados e matou sete supostos extremistas islâmicos no centro do Mali no fim de semana.

    A França agora faz parte de um pequeno grupo de países que usam drones de guerra, incluindo os Estados Unidos.

    O uso de drones ocorreu quase um mês depois da colisão de dois helicópteros franceses no Mali. O incidente causou 13 mortes e foi o pior acidente militar de Paris em quase quatro décadas.

    De acordo com declaração do Ministério da Defesa, obtida pela agência de notícias Associated Press, o ataque ocorreu no sábado enquanto o presidente francês, Emmanuel Macron, visitava a vizinha Costa do Marfim, onde a França tem uma base militar. Macron já havia anunciado que as forças francesas mataram 33 extremistas naquele dia.

    O ataque com drones atingiu jihadistas na floresta de Ouagadou, onde um grupo conhecido como Frente de Libertação de Macina está ativo. 

    "Trabalhando em um ambiente difícil, em uma região densamente arborizada, essa ação foi possível pela ação de tropas terrestres apoiadas pelo componente aéreo'', disse o Ministério.

    Os militares franceses testaram com sucesso seu drone Reaper, armado pela primeira vez na semana passada, e o ministro da Defesa, Florence Parly, chamou os drones de "protetores de nossas tropas e eficazes contra o inimigo".

    A França mantém cerca de 4.500 militares na África Ocidental e Central.

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    Tags:
    Mali, drone, França
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