15:01 12 Novembro 2019
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    Primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, na reunião semanal de gabinete em Jerusalém, 16 de setembro de 2018

    Netanyahu: Israel não permitirá que Irã desenvolva armas nucleares

    © AP Photo / Sebastian Scheiner
    Oriente Médio e África
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    O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse que seu país não permitirá ao Irã fabricar armas nucleares.

    A declaração foi feita após o anúncio de Teerã sobre expansão dos seus esforços para o enriquecimento de urânio.

    "Considerando o objetivo do Irã de expandir seu programa de armas nucleares, expandir o enriquecimento de urânio para a fabricação de bombas atômicas, repito aqui mais uma vez: nunca permitiremos que o Irã desenvolva armas nucleares", declarou o primeiro-ministro de Israel.

    "Não se trata apenas da nossa segurança e do nosso futuro; se trata do futuro do Oriente Médio e do mundo", concluiu Netanyahu, citado pelo jornal Times of Israel.

    O presidente do Irã, Hassan Rouhani, anunciou que o país começará nesta quarta-feira a injetar gás em centrífugas da planta de enriquecimento de combustíveis Fordow no nível de 5%, uma atividade que foi anteriormente proibida pelo acordo celebrado por Teerã.

    Enquanto isso, o presidente enfatizou que a decisão era reversível e que o Irã suspenderia as atividades assim que os signatários do Plano de Plano de Ação Conjunto Global (JCPOA) cumprissem seus compromissos.

    No âmbito do JCPOA, a planta de enriquecimento de combustível Fordow deve ser usado como um centro para a produção de isótopos estáveis, abstendo-se de enriquecer urânio e deixando a planta de Natanz como a única instalação de enriquecimento de urânio.

    O Irã iniciou a terceira etapa de redução gradual das obrigações no âmbito do JCPOA, que foi anunciada em 8 de maio, em função da retirada unilateral dos EUA do pacto de 2015.

    Teerã anunciou que começaria a suspender parte de seus compromissos no âmbito do acordo a cada 60 dias, a menos que os signatários europeus do JCPOA garantissem os interesses do Irã em meio às sanções reintegradas por Washington.

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