05:51 22 Outubro 2019
Ouvir Rádio
    Soldados do Exército turco preparam para usar tanques nos arredores da vila de Sugedigi, na Turquia, fronteira com a Síria.

    Turquia volta a bombardear posições curdas na Síria (VÍDEO)

    © AP Photo / Lefteris Pitarakis
    Oriente Médio e África
    URL curta
    682
    Nos siga no

    Forças turcas voltaram a bombardear as cidades fronteiriças sírias de Ras al-Ain e Tel Abyad, segundo a mídia local.

    Hoje (10) de manhã, as forças turcas retomaram o bombardeio de posições curdas no nordeste da Síria.

    Os alvos foram as cidades de Ras al-Ain e Tel Abyad, informou o canal de TV al-Ikhbariya.

    Ainda de acordo com um correspondente, as forças turcas planejam tomar o centro de Ras al-Ain em breve.

    Os militares estão à espera do sinal verde para o início da incursão. O Ministério da Defesa turco informou que suas forças realizaram ataques a 181 alvos no nordeste da Síria.

    Segundo a mídia estatal síria, pelo menos oito civis sírios morreram em resultado dos ataques turcos. Outros 20 civis ficaram feridos.

    Nesta quarta, (9), o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, anunciou o início da Operação Fonte de Paz, conduzida contra o Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) e o Daesh (grupo terrorista proibido na Rússia e em outros países).

    No mesmo dia, a Turquia bombardeou Ras al-Ain e Tel Abyad, ambas localizadas no lado sírio da fronteira entre os dois países.

    O objetivo da operação seria criar uma zona de segurança na região, livre da presença de forças curdas, destinada a abrigar os refugiados sírios que estão na Turquia.

    Mais:

    Putin espera que operação da Turquia na Síria não afete esforços comuns contra crise no país árabe
    Irã realiza exercício militar sem aviso prévio perto da fronteira com Turquia, reporta mídia
    Parlamentar turco sugere fechar base aérea aos EUA em resposta às ameaças de Trump à Turquia
    Tags:
    Síria, Recep Tayyip Erdogan, curdos, Curdistão, Turquia
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar no FacebookComentar na Sputnik
    • Comentar