Um total de 21 pessoas foram levadas no hospital Al-Suqaylabiyah, em Hama, sofrendo de asfixia. Acredita-se que o mal-estar foi provocado pelo gás venenoso, disparado por militantes terroristas contra a cidade, informou a emissora Ikhbariya, citando fontes na direção do hospital.
Síria vive uma guerra civil desde 2011, com as forças do governo lutando contra numerosos grupos de oposição e organizações militantes e terroristas.As forças sírias na província de Hama frequentemente repelem os ataques dos militantes de Idlib, uma das últimas fortalezas dos combatentes antigoverno no país. No momento, a cidade é parte de uma zona desmilitarizada, negociada pelo presidente russo, Vladimir Putin, e seu colega turco, Recep Tayyip Erdogan, em setembro passado.
Diversos relatórios sobre o uso de armas químicas na Síria atribuem a responsabilidade dos ataques às autoridades sírias e ao grupo terrorista Daesh. Damasco, no entanto, refuta qualquer envolvimento nos incidentes, alegando que a completa eliminação do estoque de armas químicas do governo sírio foi confirmado pela OPAQ em janeiro de 2016.





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