06:40 25 Junho 2019
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    O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, faz uma declaração à imprensa em sua residência em Jerusalém.

    'Não nos teste': Netanyahu alerta o Hamas sobre a operação em Gaza

    © REUTERS/ Ronen Zvulun
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    Os confrontos na fronteira de Gaza com Israel acontecem desde a primavera de 2018 com o governo israelense acusando o Hamas e outras organizações terroristas de planejar ataques contra o Estado judeu e de enviar balões inflamáveis para a fronteira.

    O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, considerou a possibilidade de uma grande operação em Gaza durante uma reunião do gabinete em 10 de março, como resposta aos ataques vindos daquela região, informou o jornal Jerusalem Post.

    "Faremos tudo o que precisamos para encerrar isso", disse ele. "Não nos teste", completou o primeiro-ministro, dirigindo-se ao Hamas.

    Apesar de reconhecer que grupos desonestos foram responsáveis por recentes lançamentos de balões inflamáveis na fronteira de Gaza, Netanyahu responsabilizou o grupo Hamas por esses incidentes, dizendo que as Forças de Defesa de Israel atacariam seus alvos em resposta. Ele acrescentou que o grupo não deveria "testar" Tel-Aviv.

    A Força Aérea de Israel atacou alvos em Gaza, descritos como postos militares do Hamas, em 4 de março, em resposta a um grupo de balões que transportavam um dispositivo explosivo visto da Faixa de Gaza em direção a Israel.

    As tensões entre os israelenses e os palestinos perto da fronteira de Gaza aumentaram desde março, o que marcou o início da Grande Marcha de Retorno. Os confrontos tiraram a vida de cerca de 200 pessoas desde então. Tel-Aviv culpa o Hamas pela animosidade de Gaza em relação a Israel, bem como por balões incendiários serem lançados sobre a fronteira de Gaza.

    Tags:
    Grande Marcha de Retorno, Forças de Defesa de Israel (FDI), Hamas, Benjamin Netanyahu, Tel-Aviv, Gaza
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