22:20 20 Maio 2019
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    Caça F-35 Lightning II da Força Aérea israelense realiza manobra na base Hatzerim, em Israel, em 26 de dezembro de 2018

    Força Aérea de Israel teria usado caças F-35 no ataque ao aeroporto de Damasco em janeiro

    © AFP 2019/ Jack Guez
    Oriente Médio e África
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    A Força Aérea de Israel conduziu um ataque aéreo contra o Aeroporto Internacional de Damasco em janeiro, alegando estar atacando tropas do Irã, cuja presença no território sírio é negada por Teerã e Damasco.

    Mais de 30 mísseis foram interceptados pela defesa antiaérea síria, mas alguns ainda conseguiram passar e danificar as infraestruturas do aeroporto, segundo militares russos.

    Citando fonte anônima, a revista militar Defense Blog informou que o responsável pela destruição do radar JY-27 de fabricação chinesa no Aeroporto de Damasco em janeiro de 2019 foi um caça F-35 de quinta geração de Israel. A Força Aérea israelense se recusou a comentar essas informações.

    A edição ainda observa que alguns peritos militares sugeriram que um drone camicase teria sido usado para destruir o radar.

    Imagens de satélite, apresentadas pela empresa israelense ImageSat, mostraram a extensão dos danos causados pelo ataque da Força Aérea israelense ocorrido entre os dias 20 e 21 de janeiro. O radar JY-27 e um sistema de defesa antiaérea Pantsir foram destruídos, enquanto vários armazéns do aeroporto ficaram seriamente danificados no ataque.

    Alega-se que foram dois dias consecutivos de ataques israelenses contra supostos alvos iranianos na Síria que começaram no dia 20 de janeiro.

    Tel Aviv tem acusado repetidas vezes Teerã de ter presença militar na Síria, enquanto o Irã nega fortemente as acusações, insistindo que sua presença militar no país está limitada ao envio de conselheiros militares a pedido de Damasco.

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    Tags:
    ataque aéreo, aeroporto, atentado, F-35, Pantsir, Damasco, Irã, Síria, Israel
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