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    A coalizão internacional liderada pelos EUA continuará combatendo o Daesh* mesmo após o anúncio da saída das tropas estadunidenses da Síria, feito em 19 de novembro pelo presidente Donald Trump.

    Trump fez uma declaração anunciando a vitória sobre o Daesh e acrescentou que a luta contra o grupo terrorista era a única razão da presença dos EUA na Sìria.

    A porta-voz da Casa Branca, Sarah Huckabee Sanders, disse que os EUA já iniciaram a retirada das tropas no país, mas que a vitória sobre o Daesh não significava o fim da coalizão internacional na Síria.

    "A Operação Resolução Inerente continuou apoiando as forças parceiras da Coalizão com ataques aéreos de precisão e fogo coordenado para progredir na luta contra o ISIS na região da Vale do Rio Eufrates, na Síria, entre 16 e 22 de dezembro. Esses ataques coordenados destruíram locais de logística e áreas de preparação do Daesh; por fim isso causos danos sérios às capacidades de manobra e controle de suas formações de ataque, mas também removeu centenas de combatentes do ISIS do campo de batalha", disse a coalizão em uma declaração.

    Ainda de acordo com o documento, o major general britânico Chistopher Ghika, vice comandante de estratégia e informação na Força-Tarefa Conjunta Combinada — Operação Resolução Inerente, afirmou que a missão da coalizão era destruir totalmente os Daesh, enquanto o grupo permanecer uma ameaça à estabilidade da região no longo termo.

    A coalizão internacional é formada por mais de 70 países que vêm conduzindo operação contra o Daesh na Síria e no Iraque. As operações da coalizão no Iraque são conduzidas em cooperação com o governo iraquiano, porém não são autorizadas a atuarem na Síria pelo governo local e pelo Conselho de Segurança da ONU.

    * O Daesh é um grupo terrorista banido do território russo.

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    Tags:
    Guerra da Síria, Daesh, ONU, Chistopher Ghika, Sarah Huckabee Sanders, Iraque, Síria, Reino Unido, EUA, Rússia
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