09:32 31 Julho 2021
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    Dezenas de milhares de extremistas liderados pelo grupo terrorista Jabhat Fatah al Sham, ou Jabhat al-Nusra, que foi banido na Rússia, permanecem na província síria de Idlib, segundo afirmou o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov.

    "A única zona de diminuição de conflito continua em Idlib, onde várias dezenas de milhares de extremistas ainda estão implantados. Eles são chefiados pelo Jabhat al-Nusra", disse Lavrov à emissora russa Channel 1 nesta terça-feira (4).

    O ministro destacou que o grupo é reconhecido como um grupo terrorista pela
    Organização das Nações Unidas (ONU) e representa a maior ameaça à estabilidade na Síria.

    Lavrov acrescentou que tanto a Rússia quanto o Irã estão operando na Síria a convite direto de Damasco, enquanto outros países estão agindo na região de forma ilegal.

    A província de Idlib é uma das zonas de diminuição de conflito da Síria e um reduto remanescente da insurgência no país.

    A situação na província recentemente piorou após Moscou e Damasco alertarem que os militantes locais estão planejando forjar um ataque químico contra civis para acusar o governo sírio.

    Na segunda-feira (3), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu ao governo sírio, bem como à Rússia e ao Irã, para evitar a possível ofensiva do exército sírio em Idlib, dizendo que isso se trataria de um grande erro humanitário.

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    Tags:
    Rússia, Irã, Síria, Estados Unidos, Moscou, Damasco, Idlib, Sergei Lavrov, Organização das Nações Unidas, Channel 1, Jabhat al-Nusra, terrorismo, Guerra da Síria
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