05:43 15 Agosto 2018
Ouvir Rádio
    Rebeldes xiitas, conhecidas como houthis, protestam contra ataques aéreos sauditas

    Navio dos Emirados Árabes está em chamas no Mar Vermelho após ataque houthi

    © AP Photo / Hani Mohammed
    Oriente Médio e África
    URL curta
    471

    Uma embarcação dos Emirados Árabes Unidos está em chamas no Mar Vermelho e sofreu grandes danos após um ataque Houthi, revelaram diversas fontes na noite desta quarta-feira.

    O navio estava na costa de Hodeidah, um porto importante no Iêmen sob iminente ataque da coalizão liderada pela Arábia Saudita, segundo informou Sputnik na terça-feira.

    As autoridades dos EUA confirmaram o ataque bem como o fato do navio estar em chamas. A embarcação realmente é de propriedade dos Emirados Árabes Unidos, informou a emissora CNN.

    Al-Masdar News informou que o navio está afundado.

    Equipes de emergência se mobilizaram para salvar marinheiros no navio enquanto este afundava. Imprensa norte-americana relata diversas baixas durante o confronto entre o navio dos Emirados Árabes Unidos e os rebeldes Houthi, apoiados pelo Irã.

    No início desta semana, funcionários de agências de ajuda humanitária e da ONU deixaram Hodeidah em função do iminente ataque saudita e dos EAU contra o porto.

    "As pessoas já estão literalmente morrendo de fome. O porto é a tábua de salvação para suprimentos tão necessários de comida e outros recursos que salvam vidas e qualquer ataque colocaria em risco a capacidade deste país de se alimentar. Não devemos cometer erros, se o porto ficar fora de ação, os cidadãos iemenitas vão morrer", disse nesta terça-feira o vice-diretor da ONG Islamic Relief no Iêmen.

    Mais:

    Trump: Irã começa retirada da Síria e do Iêmen
    'Alô, é o Tio Sam?': Emirados Árabes pedem que EUA ajudem a tomar cidade no Iêmen
    Ciclone histórico provoca chuva de 3 anos em um único dia em Omã e Iêmen
    Pentágono realizou 17 ataques aéreos contra Al-Qaeda no Iêmen nos últimos 3 meses
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar no FacebookComentar na Sputnik