03:42 19 Junho 2018
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    PrédioPrédios destruidos após ataque aéreo da coalizão internacional liderada pelos EUA na Síria (foto de arquivo)

    Especialista: exército sírio deteve 300 militares franceses de diversas patentes

    © AFP 2018 / AHMAD ABOUD
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    O presidente Vladimir Putin, em conversa com o presidente sírio Bashar Assad, em Sochi, declarou que, devido ao sucesso da luta antiterrorista das forças sírias e ao início do processo político, as tropas estrangeiras deveriam se retirar do território da Síria.

    "A declaração de Vladimir Putin durante seu encontro com Bashar Assad, sobre a necessidade da retirada dos contingentes estrangeiros da Síria, arruína os sonhos dos agressores, que contam com a tentativa de realizar seus objetivos na região através de mercenários criminosos", disse à Sputnik Árabe Akram al Shalli, analista da Gestão Síria de Crise e Guerras Preventivas.

    "Nas mãos do exército sírio há oficiais dos serviços de inteligência dos EUA, Grã-Bretanha, países árabes e Israel. Por exemplo, só o número de militares franceses de diversos escalões é de 300 pessoas. Notamos tentativas de exercer pressão sobre o governo sírio, inclusive para libertar os militares estrangeiros presos. Mas esses sonhos não podem se tornar realidade devido à atual vantagem das forças do governo e aliados", comentou o analista.

    Ele acrescentou que mesmo o último ataque contra a Síria não provocou danos significativos.

    "Os agressores informaram previamente sobre os alvos do ataque. Isso foi feito para salvar a imagem dos governos ocidentais perante seus próprios povos", disse.

    A detenção de militares estrangeiros proporciona uma dupla vantagem para o governo sírio: primeiro, eles foram incapazes de realizar suas missões, e depois isto é mais um trunfo na mesa de negociações com as forças estrangeiras.

    "O acordo de paz sírio depende diretamente da situação no campo de batalha. E agora os agressores recuam constantemente, eles não conseguem realizar nenhum ataque contra as posições do exército. Portanto, o governo sírio pode apresentar suas próprias condições", conclui o analista.

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    Tags:
    mercenários, tropas, exército sírio, Bashar Assad, Vladimir Putin, Israel, Grã-Bretanha, EUA, Síria
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