21:45 23 Abril 2018
Ouvir Rádio
    Tropas turcas na colina Bursayah, que separa Afrin de Azaz

    Exército turco nega ter atacado hospital em Afrin

    © AP Photo/ STR
    Oriente Médio e África
    URL curta
    703

    O comando militar turco negou nesta sexta-feira (16) a realização de um acidente aéreo mortal em um hospital na cidade curda de Afrin, que supostamente matou 11 pessoas e deixou dezenas feridas.

    "Declarações de que o exército turco bombardeou um hospital em Afrin são falsas". "A operação Ramo de Oliveira está sendo conduzida de forma a excluir qualquer dano aos civis", disseram os militares em suas mensagens no twitter.

    Um médico do hospital disse anteriormente que o ataque aéreo causou sérios danos à instalação. O número de mortos  subiu de 11 para 16 segundo as informações mais recentes. O ataque aconteceu menos de um dia após 30 pessoas terem sido mortas no ataque turco aéreo e de artilharia contra Afrin.

    Fumaça causada por explosão na cidade síria de Afrin durante operação turca Ramo de Oliveira
    © AP Photo / Can Erok/DHA-Depo Photos
    Em 20 de janeiro, a Turquia lançou a operação Ramo de Oliveira, uma ação transfronteiriça massiva, visando "limpar" a cidade síria de Afrin das Unidades de Proteção Popular curdas (YPG), que Ancara considera como um grupo terrorista e uma extensão do proibido Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) turco.

    O presidente da Síria, Bashar Assad, tem condenado repetidamente a operação turca contra Afrin. Ele enfatiza que a cidade se trata de uma parte inalienável do território sírio, e critica as ações do exército da Turquia

     

    Mais:

    Ancara: Turquia e EUA criarão 'zona de segurança' ao redor de Manbij, na Síria
    Chanceler: relações entre Turquia e EUA estão em ponto de ruptura
    'OTAN protege Turquia das ameaças de mísseis da Síria'
    Lavrov: Rússia trabalha para acelerar a entrega do sistema S-400 para a Turquia
    Tags:
    Guerra da Síria, Unidades Populares de Proteção do Curdistão (YPG), Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), Bashar Assad, Afrin, Síria, Turquia
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar no FacebookComentar na Sputnik