09:21 26 Junho 2019
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    Militares americanos e rebeldes do Maghaweer al-Thawra, apoiado pelos EUA, em Al Tanf, no sul da Síria

    Coalizão estadunidense revela o que tenciona fazer na Síria em 2018

    © AP Photo / Hammurabi's Justice News
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    No ano que vem a coalizão internacional encabeçada pelos EUA, criada para lutar contra o agrupamento terrorista Daesh nos territórios sírio e iraquiano, vai aumentar os esforços para estabilizar as regiões libertadas dos militantes, afirmou o representante oficial do presidente estadunidense, Brett McGurk.

    "Nosso trabalho no ano que vem vai precisar de intensificação dos esforços para estabilizar as regiões libertadas do Daesh", comunicou McGurk em um anúncio dirigido aos aliados norte-americanos pela coalizão.

    McGurk observou que "os combates na Síria ainda continuam" e se espera que as operações contra o Daesh "prossigam no primeiro trimestre de 2018".

    "A maior atenção será prestada à estabilização, dado que os EUA estão dispostos a ficar na Síria até termos a certeza de que o Daesh está derrotado", adiantou.

    Mais cedo, o representante da coalizão, coronel Ryan Dillon, afirmou que milhares de combatentes do Daesh ainda permanecem na Síria e no Iraque.

    Já o presidente russo, Vladimir Putin, discursando em 11 de dezembro perante militares russos na base aérea de Hmeymim, ordenou a retirada do contingente russo do território sírio após a derrota completa dos terroristas no país. Depois, o líder estadunidense, Donald Trump, também anunciou que quase 100% dos territórios da Síria e do Iraque, anteriormente ocupados pelo Daesh, hoje em dia estão libertados, enquanto a presença americana em ambos os países se mantem.

    A coalizão internacional encabeçada pelos EUA tem conduzido uma operação militar na Síria desde 2014, embora o faça sem o aval das autoridades do país.

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    Tags:
    coalizão internacional, Daesh, Ryan Dillon, Vladimir Putin, Brett McGurk, Iraque, EUA, Síria
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