03:13 16 Dezembro 2017
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    Caça F-22  da Força Aérea dos EUA

    Militar norte-americano explica ineficiência dos caças F-22 que operam na Síria

    © AFP 2017/ USAF
    Oriente Médio e África
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    Devido à falta de dispositivos especiais nos caças norte-americanos F-22, os seus pilotos que operam nos céus da Síria são às vezes incapazes de acompanhar a atividade dos aviões russos, afirmou um militar norte-americano.

    Os caças polivalentes de 5ª geração F-22 Raptor, da Força Aérea norte-americana, se revelam incapazes de monitorar eficazmente a atividade dos aviões da Força Aeroespacial russa na Síria, declarou o chefe da 95ª esquadrilha da Força Aérea dos EUA deslocada na base de Al Dhafra, nos Emirados Árabes Unidos. 

    Em uma entrevista ao jornal AviationWeek, o tenente-coronel, cujo nome não é citado, indicou que, em situações de aproximação de aeronaves russas, as tripulações da coalizão têm que identificá-las rapidamente. 

    Mas os F-22 não são dotados de sistemas óticos e de infravermelhos que permitam identificar as aeronaves à noite. O chefe da esquadrilha norte-americana disse ainda que os F-22 não possuem o sistema de ligação tática Link 16, que existe nos outros aviões norte-americanos. Assim, os pilotos dos F-22 são forçados a transmitir tudo o que veem por rádio. 

    O tenente-coronel reconheceu que qualquer situação de combate exige a reação mais rápida possível. Se referindo aos casos de aproximação de aviões da Força Aeroespacial russa, o chefe de esquadrilha dos EUA declarou que os pilotos norte-americanos têm tentado cooperar com os colegas russos através de um canal especial mas, na maioria dos casos, estes últimos não responderam.

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    Tags:
    reação, radar, coalizão internacional, aproximação, atividades militares, monitoramento, Força Aérea, caça, F-22, EUA, Rússia
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