10:16 18 Novembro 2019
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    Soldado do Exército Sírio com o retrato do presidente Bashar Assad perto da fronteira líbano-síria

    Coalizão internacional não apreciou a derrota do Daesh na fronteira sírio-libanesa

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    A coalizão internacional de combate ao Deash, liderada pelos EUA, classificou as declarações do governo sírio e russo sobre o combate ao terrorismo de vazias, em função de um recente acordo para retirada dos juhadistas para o leste do país.

    Esta semana foi divulgado um acordo entre os militares sírios, com a participação do movimento libanês Hezbollah, e os terroristas do Daesh, que permanecem em Qalamoun ocidental na fronteira entre Síria e Líbano, para a retirada dos últimos na direção da fronteira com o Iraque. 

    "Coalizão não foi parte de nenhum acordo entre o Hezbollah libanês, o regime sírio e o Daesh. As palavras da Rússia e das forças que apoiam o regime sobre combate ao Daesh são vazias, quando eles celebram acordos com terroristas e permitem o seu trânsito", informou um comunicado da coalizão.

    "Daesh é uma ameaça global e o trânsito de terroristas de local, para que outros tenham de lidar com eles, não é uma solução de longo prazo. Essa é mais uma prova da necessidade de ações militares da coalizão para a destruição do Daesh", destaca o documento da aliança.

    As acusações não são novas para nenhum dos lados. Damasco acusou a coalizão, reiteradas vezes, de que as suas forças estariam expulsando os terroristas do Daesh no Iraque para o território da Síria. Além disso, segundo o governo de Bashar Assad, a coalizão não se limita a atacar o Daesh, dificultando, desse modo, o combate ao terrorismo no país.

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    Tags:
    terrorismo, Hezbollah, Daesh, coalizão internacional, Rússia, Iraque, Líbano, Síria
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